publicado por adm | Segunda-feira, 06 Fevereiro , 2012, 21:01

Segundo o The Verge, a equipa de investigação substituiu a mandíbula de uma paciente de 83 anos com um modelo impresso em 3D. A paciente, a quem fora diagnosticada uma infeção que afetava a quase totalidade da mandíbula, ficaria com uma maxila não funcional depois da operação.

Dada a complexidade da cirurgia e a idade da mulher, a cirurgia reconstrutiva não era opção, pelo que a equipa colaborou com a Xilloc, uma empresa especializada em implantes feitos à medida, e com a LayerWise, um fabricante de metais, para criar uma prótese 3D. Os investigadores usaram software CAD para modelar o implante, mas a impressão do mesmo exigiu outro tipo de abordagem dado que as resinas e plásticos normalmente usados nas esculturas 3D não serviam este propósito. A LayerWide usou, assim, titânio em pó e um laser de alta precisão para aquecer e fundir as partículas de metal. Depois, aplicou-se uma camada de biocerâmica para evitar a rejeição por parte do corpo da paciente.

O processo demorou um par de horas e produziu um maxilar que, com 107 gramas, é apenas um pouco mais pesado que o original.


fonte:http://aeiou.exameinformatica.pt


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