publicado por adm | Sábado, 26 Abril , 2014, 12:05

De acordo com a agência de notícias Xinhua, dez edifícios de um andar foram construídos na cidade de Suzhou. No momento, os prédios encontram-se em Xangai.

Uma impressora 3D gigante "construiu" durante 24 horas dez casas na China, relata esta sexta-feira a agência de notícias Xinhua.

A impressora 3D é capaz de criar objetos de acordo com um modelo digital. Os dispositivos são utilizados para a produção de um grande número de diferentes objetos. Anteriormente, a Holanda tinha "impresso" vários edifícios com a ajuda de um impressora 3D, mas esses objetos eram menores.

O dispositivo que criou as casas é composto por quatro impressoras, cada uma com dez metros de largura e 6,6 metros de altura. A alta velocidade é alcançada através do uso de um material de secagem rápida que contém cimento e resíduos de mineração.
fonte: http://portuguese.ruvr.ru/ 

 

IMPRESSORA 3D


publicado por adm | Segunda-feira, 27 Janeiro , 2014, 22:29

A primeira impressora multi-material 3D a cores foi lançada pela Stratasys, uma empresa que detém uma marca de impressoras, e custa 330 mil dólares.

Destinada a designers e fabricantes industriais, esta impressora a cores tem como materiais base a borracha e o plástico. No entanto, estes podem ser combinados de como a criar produtos com diferentes graus de flexibilidade e rigidez, transparência e opacidade.

Ao incorporar a tradicional impressão a cores em 2D, utilizando as cores bases (ciano, magenta e amarelo), os objectos podem ser impressos em centenas de cores.

O gestor de marketing da empresa disse à BBC que a impressora “irá ajudar os designers industriais a poupar em 50% o tempo que leva a desenvolver um qualquer protótipo”.

fonte:SOL


publicado por adm | Domingo, 19 Janeiro , 2014, 11:17

Pela primeira vez em cinco décadas de Consumer Electronics Show e 20 anos de impressão 3D, a tecnologia ganhou um espaço próprio na edição deste ano da maior feira de eletrônicos do mundo. Na CES 2014, empresas como 3D Systems, MakerBot Industries, Sculpteo e Stratasys podiam ser encontradas no 3D Printing TechZone, um espaço totalmente dedicado à impressão 3D dentro do evento.

 

Novidades não faltaram. A 3D Systems, responsável por lançar a primeira impressora 3D em 1989, anunciou doze novos modelos na CES 2014. Uma delas é a Cube 3, primeira máquina da marca a custar apenas US$ 1.000 (cerca de R$ 2.370), um valor bem distante dos habituais US$ 5.000 (em torno de R$ 11.860).

Entre as funcionalidades estão a impressão a partir de dois materiais diferentes, duas opções de cores na mesma peça (há um total de 25 cores disponíveis) e um aplicativo para smartphones. Além disso, segundo a empresa, a Cube 3 está mais fácil de recarregar do que os modelos anteriores e por isso é ideal para o uso doméstico. Com Wi-Fi e Bluetooth, a impressora 3D chega até meados de 2014 aos EUA.

Uma das líderes do mercado, a MakerBot anunciou três novas impressoras e toda uma plataforma de impressão. Fazem parte desse ecossistema novos aplicativos, o MakerBot Desktop e o MakerBot Mobile, o MakerBot PrintShop, para imprimir em 3D itens exclusivos, e a loja chamada MakerBot Digital, onde é possível comprar, baixar e imprimir projetos.

Das três novas máquinas, uma delas se destaca pelo valor mais acessível: a MakerBot Replicator Mini Compact 3D Printer, que chegará ao mercado por US$ 1,375 (em torno de R$ 3.260) até o meio deste ano.

Outra novidade relevante do universo 3D é que a Adobe incorporou nesta semana o suporte para impressoras 3D ao Photoshop. A versão mais recente do programa, o Photoshop CC, agora envia arquivos diretamente para impressoras 3D da Makerbot.

 

Mercado em expansão

Projeções não faltam para este mercado. O IDC, em relatório divulgado em dezembro de 2013, afirma que a impressão 3D, que nasceu como algo de nicho, caminha para a popularização. Para o instituto, as empresas do setor reconheceram os benefícios da tecnologia e estão dispostas a arcar com os custos de produção do maquinário. A expectativa do IDC é que o setor cresça 59% em número de unidades e 29% em receita de 2012 a 2017.

O Gartner, outra importante consultoria, afirma em relatório divulgado em outubro de 2013 que a impressão 3D crescerá 75% em 2014, com o número de unidades produzidas chegando a 98.065. Em 2015, além do dobro de unidades, o Gartner prevê que sete dos 50 maiores varejistas do mundo venderão impressoras 3D em suas lojas físicas e online.

Outras instituições também fizeram suas previsões: a Consumer Electronics Association (CEA), patrocinadora da CES, acredita que serão vendidas 99 mil impressoras 3D neste ano, enquanto a consultoria Wohlers Associates acredita que em 2015 as vendas de impressoras e de serviços relacionados vão chegar a US$ 3,7 milhões ao redor do mundo.

 

No Brasil ainda não há estudos de mercado sobre impressão 3D. Diego Silva, analista do IDC no País, diz que a instituição deve acompanhar o cenário mais de perto em 2014 com a entrada de grandes fabricantes. A HP anunciou no final de 2013 que está preparando sua própria impressora 3D para este ano ainda. A Epson também estaria desenvolvendo um equipamento próprio voltado ao cliente corporativo.

Mesmo com grandes nomes da impressão tradicional se interessando pela tecnologia, Diego Silva acredita que serão dois cenários distintos. No Brasil, o mercado de impressão tradicional caminha para a maturidade, mas ainda existem oportunidades junto às médias e pequenas empresas e na prestação de serviços terceirizados de impressão. Já a impressão 3D é uma tecnologia totalmente nova e, segundo o analista, sua aplicabilidade não é clara e seus segmentos de atuação ainda são desconhecidos.

“Todo mercado cujo campo é virgem, toda a tecnologia em adoção, tem uma previsão de crescimento absurdo, pois parte do zero. De qualquer forma, é de se ter atenção, pois a impressão 3D já chamou a atenção dos fabricantes tradicionais”, comenta Silva.

 

fonte:http://tecnologia.ig.com.br/


publicado por adm | Quinta-feira, 09 Janeiro , 2014, 19:50

A companhia norte-americana 3D Systems, especializada em impressão em terceira dimensão, lançou na terça-feira (8) uma linha de impressoras 3D capaz de criar mais do que objetos de plástico, como ocorre atualmente: ela "imprime" açúcar e doces.

 

Apresentada na feira Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, a linha Chefjet chega com duas máquinas que devem ajudar confeiteiros e cozinheiros a criar esculturas para enfeitar bolos e doces.

A Chefjet 3D produz formas monocromáticas de materiais imprimíveis como chocolate, baunilha, hortelã, maçã, cereja e melão.

A máquina deve custar ao menos US$ 5 mil e chegará aos Estados Unidos ainda em 2014.

 

Já a Chefjet Pro 3D utiliza os mesmos sabores, mas produz objetos coloridos em grandes dimensões. Segundo a 3D Systems, esse modelo deve ser vendido por até US$ 10 mil.

As impressoras são acompanhadas de um manual, uma espécie de livro de receitas, que conterá as diversas formas que os cozinheiros poderão dar aos objetos impressos em 3D.

"Comida é uma incrível plataforma para a criatividade, experimentação e celebração, e nós estamos emocionados por fornecer essas poderosas impressoras 3D aos padeiros e chefes", afirmou Liz von Hasseln, diretora de criatividade para produtos alimentícios da 3D Systems, em nota.

 

fonte:http://g1.globo.com


publicado por adm | Terça-feira, 12 Novembro , 2013, 20:51
Na China, um grupo de investigadores desenvolveu uma bio-impressora 3D que poderá vir a ser capaz de criar órgãos humanos, entre outras partes do corpo, funcionais. Este cenário poderá ser concretizável dentro de um prazo de 15 a 20 anos

A concretizar-se este cenário, milhões de pessoas em todo o mundo poderiam passar a beneficiar deste avanço tecnológico. A Regenovo, nome pelo qual é conhecida esta bio-impressora, consegue construir órgãos com camadas celulares a partir de gel biológico, num processo que tem sido comparável ao da utilização do tijolo e da argamassa na construção de uma parede.

 

"Os materiais que usamos pertencem todos a um tipo de hidrogel. Esse hidrogel é como gelatina ou colagénio, tem as mesmas propriedades físicas dos nossos corpos", afirma o professor Xu Ming em declarações à Reuters. Este material é utilizado na impressora e permite construir "células nos lugares apropriados, como se fossem tijolos. É um processo meticuloso", completa.

 

Um cenário onde um mercado de produção de órgãos humanos se encontre perfeitamente estabelecido, contudo, ainda está a aproximadamente duas décadas de se concretizar, uma vez que é necessário conceber uma forma adequada de interacção entre os órgãos artificiais e o corpo.

 

"Primeiro, os materiais que as impressoras 3D utilizam precisam de ter um nível de precisão mais elevado, e precisam de poder imprimir uma variedade de células maiores e de criar estruturas celulares mais complexas". Uma evolução que, segundo Ming, poderá evoluir paralelamente com a investigação no campo das células estaminais.

 fonte:http://www.ionline.pt/ar


publicado por adm | Sábado, 31 Agosto , 2013, 12:47

A MakerBot, startup que tem ajudado a popularizar a impressão 3D, anunciou um produto que faz o caminho inverso dessa tecnologia.

O Digitizer "escaneia" um objeto real por inteiro, transformando-o em um arquivo digital para impressão 3D.

A partir deste arquivo, o objeto pode ser impresso quantas vezes o usuário quiser. Além disso, pode ser compartilhado para que outros usuários com uma impressora 3D o reproduzam onde estiverem.

Segundo a empresa, leva cerca de doze minutos para que os lasers do aparelho "leiam" a forma completa de um objeto.

A peça a ser digitalizada não pode pesar mais que três quilos nem ter a superfície muito brilhante.

O aparelho está à venda por US$ 1.400 no site da empresa.

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/f


publicado por adm | Sexta-feira, 02 Agosto , 2013, 23:29

Réplica de um Aston Martin é produzida com impressora 3D

 

A revolução das impressoras 3D já está em pleno vapor, e pouco a pouco vai demonstrando cada vez mais aplicações recreativas. Mas uma dessas capacidades que mais chama a atenção é a montagem de uma réplica de um Aston Martin DB4, com ajuda de uma pequena impressora tridimensional de 500 dólares.

Ao contrário do que imaginam os leigos, o carro, ou qualquer outro objecto, não é «impresso» de uma só vez. Ivan Sentch, o «construtor», segue o mesmo processo utilizado anteriormente pelos projectistas da Superleggera para produzir a carroceria de alumínio do DB4, com a ajuda de um molde de secções transversais e longitudinais, que definiam as formas gerais do carro.

Mas, ao contrário do que ocorre normalmente, as lacunas entre as secções deste esqueleto são preenchidas com espuma de plástico, e em seguida são lixadas até se tornar um corpo sólido através da aplicação de painéis de fibra de vidro. Sentch usa a sua impressora 3D para criar pequenos cubos dimensionais com superfície adequada para cada secção.

As vantagens deste processo é que as formas mais precisas podem ser obtidas através de um modelo de computador, ao mesmo tempo que poupa um bom trabalho de polimento. O processo ainda não é absolutamente perfeito e nem viável para produtos funcionais do porte de um carro, mas o resultado em si é espectacular e faz prever o que será possível «fabricar» em casa através de impressoras 3D brevemente.

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/


publicado por adm | Sábado, 27 Julho , 2013, 23:50

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Illinois identificaram que impressoras 3D domésticas - sem uma ventilação adequada ou filtros para retirar partículas que elas liberam durante o processo de criação de esculturas de plástico - podem representar um grande risco à saúde.

Brent Stephens e uma equipe de pesquisadores do Instituto utilizaram cinco modelos populares de impressoras 3D de Chicago para realizar o estudo. 

Os testes mostraram que os modelos testados utilizam ambas as substâncias ABS (Acrilonitrila butadieno estireno) e polímeros de polilactato (PLA) como matéria prima de plástico - as quais foram classificados como "altos" emissores de partículas ultrafinas (UFPs). Para se ter uma ideia, eles compararam as taxas de emissão dos componentes semelhantes ao do funcionamento de uma impressora a laser ou à queima de um cigarro.

Por que as taxas de emissão de UFPs são preocupantes? Estudos relacionam a alta absorção de partículas ultrafinas ao câncer de pulmão, AVCs e sintomas típicos de asma. Isso se deve ao fato que de, quando aspiradas por indivíduos, essas partículas - por serem muito pequenas - se depositam facilmente no pulmão e são rapidamente absorvidas pela corrente sanguínea.

 fonte:http://idgnow.uol.com.br/


publicado por adm | Terça-feira, 16 Julho , 2013, 20:43

Tecnologia para se vestir: as impressoras 3D invadem o mundo da moda e permitem a criação de peças exclusivas e sob medida. Apesar de ainda serem pouco usadas pelo grande público as impressoras 3D vêm fazendo grandes progressos e em breve vão se tornar tão comuns como as impressoras de texto.

Esses aparelhos permitem fabricar objetos reais a partir de projetos virtuais, como arquivos de computador, que podem ser baixados pela internet. Parece coisa de ficção científica, mas o método de funcionamento é relativamente simples: a impressora produz um fio de plástico, resina ou até chocolate e vai construindo o objeto camada por camada.

Um bom exemplo vem da marca brasileira Melissa, que já produz sapatos feitos com impressão 3D para suas colaborações com arquitetos e designers famosos como Zaha Hadid, Gaetano Pesce ou os irmãos Campana. A designer sueca Naim Josefi foi mais além e criou um modelo feito sob medida, onde o pé da cliente é escaneado na loja e o sapato é produzido sob encomenda.

Outra novidade é a invenção do designer espanhol Manuel Torres. Ele cria roupas a partir de um spray composto de fibras de algodão e plástico, que é aplicado diretamente no corpo. Quando a substância seca ela se torna uma espécie de tecido elástico, lavável e reutilizável. O tecido pode ser para o verão ou inverno, dependendo da quantidade de camadas do spray.

Depois de usado, o tecido pode ser também dissolvido, remixado e voltar a ser usado sob forma de spray. Essa tecnologia pode ser aplicada, além da moda, à fabricação de tecidos de decoração, mas também para fazer curativos. Basta adicionar na fórmula o medicamento apropriado. Um casamento entre moda e tecnologia que tem tudo para revolucionar o mercado da indústria têxtil.

fonte:http://g1.globo.com/g


publicado por adm | Domingo, 19 Maio , 2013, 15:55

Cartuchos de jato de tinta e toners não podem mais ir para aterros sanitários; entenda como você pode imprimir respeitando o meio ambiente

 

A mensagem está lá, no rodapé de quase todas as mensagens de email corporativo “Antes de imprimir, pense no meio ambiente”. O aviso, é claro, se preocupa muito mais com o gasto de papel, mas o custo ambiental de uma impressora vai muito além das folhas gastas: começa a partir da escolha da impressora e reposição dos toners ou cartuchos de jato de tinta.

De acordo com um levantamento da Fundação Getúlio Vargas, estão em funcionamento atualmente 17 milhões de impressoras no país. Para fazê-las funcionar, as opções se dividem em três grupos: cartuchos originais (também conhecidos como OEM), cartuchos remanufaturados e recarregados, e os chamados compatíveis e falsificados, normalmente importados da China. Não há estatísticas oficiais do tamanho deste mercado, mas uma estimativa informal da Federação Brasileira de Recondicionadores de Cartuchos de Impressoras (Febreci) indica que os originais respondem por 30% das vendas, os remanufaturados, 20% e os compatíveis e falsificados, 50%.

Tirando fatores como preço e comodidade, qual a melhor opção quando se considera o impacto ambiental de cartuchos e toners? Os fabricantes dizem que os OEM são os mais sustentáveis, já que as empresas cuidam do seu descarte adequado. Os remanufaturadores garantem que são eles os melhores, porque reutilizam cartuchos e toners vazios, mantendo o produto em funcionamento por mais tempo. 


Onde fica a verdade? Em algum lugar no meio do caminho, disse ao iG Fernando Meirelles, professor titular de tecnologia da FGV. A verdade é que não há um sistema unificado de coleta de cartuchos e toners, e pela nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, a responsabilidade pelo destino final de todos os produtos é compartilhada entre o consumidor, fabricantes, distribuidores e serviços de limpeza urbana. Ou seja, esse tipo de produto não pode mais acabar em aterros sanitários ou lixões.

 

Por causa disso, os fabricantes que ainda não tinha programa de coleta e descarte dos cartuchos já se adiantaram e montaram os seus. Em comum, todos eles prometem buscar os cartuchos na casa ou escritório do cliente, que também pode entregá-los em pontos de venda. As soluções de descarte variam: pode ser incineração (o que evita o aterro, mas aumenta a emissão de gases do efeito estufa), desmontagem dos equipamentos com posterior envio do material para recicladores, ou reciclagem para a produção de novos cartuchos. É o caso da HP, que mantém pelo menos dois centros de reciclagem, um no interior de São Paulo e outro em Montréal, no Canadá, em que o plástico de cartuchos usados é reaproveitado em novos cartuchos e (no caso do Brasil) em impressoras. Outras companhias estão evitando o cartuchos de vez em seus novos produtos, como a Epson, que tem uma linha de impressoras e mulfuncionais com tanques, que podem ser recarregados de tinta pelos próprios usuários.

Remanufaturados acabam no lixão 
E os remanufaturados? Segundo um relatório da consultoria Infotrends, 98% dos cartuchos usados na remanufatura acabam em aterros sanitários no fim de sua vida útil. Paulo Pernambuco, diretor da Febreci, não nega o número, mas afirma que a entidade está orientando seus associados (cerca de 180 em um universo de 19 mil empresas formais) a se adequar à lei, sugerindo a incineração ou reciclagem, para empresas de maior parte. No caso das empresas menores, a orientação é entregar os cartuchos inutilizáveis para o fabricante original reciclar: “Eles dizem que as carcaças pertencem a eles, então devolvemos a eles,” disse Pernambuco ao iG .

Para Meirelles, o consumidor começa a tomar mais consciência da questão ambiental. Para isso, em primeiro lugar, é preciso buscar informações sobre como é feito a coleta e o descarte dos cartuchos, independente se eles forem originais ou remanufaturados e evitar comprar de fornecedores que não façam o descarte adequado.

Mas como escolher entre os OEM e os remanufaturados? É uma escolha pessoal, que tem que ser feita levando em conta, além das questões sobre o descarte, o preço e disponibilidade dos produtos. Mas segundo o professor da FGV, a tecnologia do cartucho também pode ser um fator de desempate. “Se o cartucho for apenas um recipiente de tinta, como os toners, o impacto ambiental é baixo com a recarga”, avalia, já que eles podem ser recarregados muitas vezes antes de serem inutilizados (e ainda assim, precisam depois ser descartados corretamente). Já os cartuchos de jato de tinta, que têm componentes eletrônicos que os inutilizam com mais rapidez, a troca e disposição para reciclagem é mais indicada. “É preciso sempre pensar no que vai acontecer com o cartucho depois”, finaliza.

fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/

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