publicado por adm | Sábado, 27 Julho , 2013, 23:50

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Illinois identificaram que impressoras 3D domésticas - sem uma ventilação adequada ou filtros para retirar partículas que elas liberam durante o processo de criação de esculturas de plástico - podem representar um grande risco à saúde.

Brent Stephens e uma equipe de pesquisadores do Instituto utilizaram cinco modelos populares de impressoras 3D de Chicago para realizar o estudo. 

Os testes mostraram que os modelos testados utilizam ambas as substâncias ABS (Acrilonitrila butadieno estireno) e polímeros de polilactato (PLA) como matéria prima de plástico - as quais foram classificados como "altos" emissores de partículas ultrafinas (UFPs). Para se ter uma ideia, eles compararam as taxas de emissão dos componentes semelhantes ao do funcionamento de uma impressora a laser ou à queima de um cigarro.

Por que as taxas de emissão de UFPs são preocupantes? Estudos relacionam a alta absorção de partículas ultrafinas ao câncer de pulmão, AVCs e sintomas típicos de asma. Isso se deve ao fato que de, quando aspiradas por indivíduos, essas partículas - por serem muito pequenas - se depositam facilmente no pulmão e são rapidamente absorvidas pela corrente sanguínea.

 fonte:http://idgnow.uol.com.br/


publicado por adm | Terça-feira, 16 Julho , 2013, 20:43

Tecnologia para se vestir: as impressoras 3D invadem o mundo da moda e permitem a criação de peças exclusivas e sob medida. Apesar de ainda serem pouco usadas pelo grande público as impressoras 3D vêm fazendo grandes progressos e em breve vão se tornar tão comuns como as impressoras de texto.

Esses aparelhos permitem fabricar objetos reais a partir de projetos virtuais, como arquivos de computador, que podem ser baixados pela internet. Parece coisa de ficção científica, mas o método de funcionamento é relativamente simples: a impressora produz um fio de plástico, resina ou até chocolate e vai construindo o objeto camada por camada.

Um bom exemplo vem da marca brasileira Melissa, que já produz sapatos feitos com impressão 3D para suas colaborações com arquitetos e designers famosos como Zaha Hadid, Gaetano Pesce ou os irmãos Campana. A designer sueca Naim Josefi foi mais além e criou um modelo feito sob medida, onde o pé da cliente é escaneado na loja e o sapato é produzido sob encomenda.

Outra novidade é a invenção do designer espanhol Manuel Torres. Ele cria roupas a partir de um spray composto de fibras de algodão e plástico, que é aplicado diretamente no corpo. Quando a substância seca ela se torna uma espécie de tecido elástico, lavável e reutilizável. O tecido pode ser para o verão ou inverno, dependendo da quantidade de camadas do spray.

Depois de usado, o tecido pode ser também dissolvido, remixado e voltar a ser usado sob forma de spray. Essa tecnologia pode ser aplicada, além da moda, à fabricação de tecidos de decoração, mas também para fazer curativos. Basta adicionar na fórmula o medicamento apropriado. Um casamento entre moda e tecnologia que tem tudo para revolucionar o mercado da indústria têxtil.

fonte:http://g1.globo.com/g


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