publicado por adm | Segunda-feira, 27 Janeiro , 2014, 22:29

A primeira impressora multi-material 3D a cores foi lançada pela Stratasys, uma empresa que detém uma marca de impressoras, e custa 330 mil dólares.

Destinada a designers e fabricantes industriais, esta impressora a cores tem como materiais base a borracha e o plástico. No entanto, estes podem ser combinados de como a criar produtos com diferentes graus de flexibilidade e rigidez, transparência e opacidade.

Ao incorporar a tradicional impressão a cores em 2D, utilizando as cores bases (ciano, magenta e amarelo), os objectos podem ser impressos em centenas de cores.

O gestor de marketing da empresa disse à BBC que a impressora “irá ajudar os designers industriais a poupar em 50% o tempo que leva a desenvolver um qualquer protótipo”.

fonte:SOL


publicado por adm | Sábado, 31 Agosto , 2013, 12:47

A MakerBot, startup que tem ajudado a popularizar a impressão 3D, anunciou um produto que faz o caminho inverso dessa tecnologia.

O Digitizer "escaneia" um objeto real por inteiro, transformando-o em um arquivo digital para impressão 3D.

A partir deste arquivo, o objeto pode ser impresso quantas vezes o usuário quiser. Além disso, pode ser compartilhado para que outros usuários com uma impressora 3D o reproduzam onde estiverem.

Segundo a empresa, leva cerca de doze minutos para que os lasers do aparelho "leiam" a forma completa de um objeto.

A peça a ser digitalizada não pode pesar mais que três quilos nem ter a superfície muito brilhante.

O aparelho está à venda por US$ 1.400 no site da empresa.

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/f


publicado por adm | Sexta-feira, 02 Agosto , 2013, 23:29

Réplica de um Aston Martin é produzida com impressora 3D

 

A revolução das impressoras 3D já está em pleno vapor, e pouco a pouco vai demonstrando cada vez mais aplicações recreativas. Mas uma dessas capacidades que mais chama a atenção é a montagem de uma réplica de um Aston Martin DB4, com ajuda de uma pequena impressora tridimensional de 500 dólares.

Ao contrário do que imaginam os leigos, o carro, ou qualquer outro objecto, não é «impresso» de uma só vez. Ivan Sentch, o «construtor», segue o mesmo processo utilizado anteriormente pelos projectistas da Superleggera para produzir a carroceria de alumínio do DB4, com a ajuda de um molde de secções transversais e longitudinais, que definiam as formas gerais do carro.

Mas, ao contrário do que ocorre normalmente, as lacunas entre as secções deste esqueleto são preenchidas com espuma de plástico, e em seguida são lixadas até se tornar um corpo sólido através da aplicação de painéis de fibra de vidro. Sentch usa a sua impressora 3D para criar pequenos cubos dimensionais com superfície adequada para cada secção.

As vantagens deste processo é que as formas mais precisas podem ser obtidas através de um modelo de computador, ao mesmo tempo que poupa um bom trabalho de polimento. O processo ainda não é absolutamente perfeito e nem viável para produtos funcionais do porte de um carro, mas o resultado em si é espectacular e faz prever o que será possível «fabricar» em casa através de impressoras 3D brevemente.

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/


publicado por adm | Quinta-feira, 01 Novembro , 2012, 20:46

No lugar de páginas, órgãos humanos; em vez de fotos, brinquedos - ou até mesmo armas de fogo. As impressoras 3D permitem que qualquer pessoa - com um pouco de prática - reproduza o que imaginar, quando quiser. Antes de difícil acesso ao usuário doméstico, essa tecnologia foi simplificada, ficou mais barata e conquista novos adeptos diariamente; o processo, ainda que recente, está se popularizando, e deve revolucionar o sistema de produção industrial em favor da fabricação caseira, descentralizada. Transformar desenhos virtuais em objetos físicos está ao alcance de todos.


Assim como impressoras tradicionais, esses equipamentos materializam arquivos de computador através de um comando do usuário. A diferença está no resultado - produtos reais, tangíveis, tridimensionais; peças construídas em casas ou pequenos escritórios com eficiência, a partir de modelos digitais. Projetos antes somente possíveis na imaginação ou realizados apenas em ambiente virtual - portanto, próximos da ficção científica - começam a surgir de forma prática e até econômica: uma tendência que deve aumentar nos próximos anos.

Impressoras 3D não são novidade: máquinas assim têm sido utilizadas para fazer protótipos de engenharia há mais de 25 anos. Desde 2007, porém, com o fim de algumas patentes que impediam sua disseminação, a tecnologia ficou mais acessível e vem sendo aplicada por consumidores e pequenas empresas - inicialmente para consumo próprio e produção em baixa escala - em diversos países, inclusive no Brasil. Em geral, os produtos são fabricados em plástico, mas a evolução no processo já permite a criação de itens com metais, madeira, borracha, cerâmica, vidro e até açúcar. Em breve, a variedade de materiais disponíveis deve aumentar, assim como a qualidade dos itens produzidos.

"Com uma máquina dessas, você pode ter uma fábrica dentro de casa", afirmou ao Terra Rodrigo Rodrigues da Silva, um dos fundadores da Metamáquina - ao lado de Felipe Sanches e Filipe Moura. A empresa, com sede em São Paulo, começou como uma startup dos então estudantes de engenharia, nasceu a partir de financiamento colaborativo e hoje está com excesso de demanda e estoques esgotados. "Estamos recebendo muitos pedidos: é quase um interessado por dia", comemora Rodrigo. Seus principais clientes são pessoas físicas e pequenas empresas: público diferente daquele que procurava a tecnologia em seus primeiros anos - o que altera toda a lógica empresarial do setor.

Com a mudança de foco da indústria para o consumidor, os fabricantes de impressoras 3D foram recompensados com aumento nas vendas - e garantem aos clientes a perspectiva de revendas lucrativas. Aparelhos capazes de produzir itens simples - como chaveiros, porta-garrafas e peças de jogos de tabuleiro perdidas - são comercializados a preços cada vez mais acessíveis. Sua crescente popularidade se reflete na economia: as ações de empresas que negociam nas bolsas de valores, como as americanas Stratasys Inc e Rock Hill, duas das maiores companhias do mundo nesse segmento, mais que dobraram desde o início do ano.

 

O poder dos pequenos
Não apenas as grandes empresas do ramo estão obtendo sucesso. A impressão em três dimensões abre oportunidades para inventores e empresários criarem seus pequenos negócios - ou apenas manter um ritmo de produção caseiro, sem pretensões industriais. A possibilidade de materializar ideias mobiliza entusiastas que, com frequência, não se limitam a criar objetos para consumo pessoal e acabam se tornando microempresários, produzindo e revendendo as partes que fabricam. Sinal de um mercado atraente e em constante expansão.

Ao reduzir as barreiras à entrada da concorrência, a impressão 3D promove a inovação ao mesmo tempo em que atrai consumidores. Cada comprador se torna um fabricante em potencial, e a comunidade envolvida com essa tecnologia é engajada: proprietários costumam compartilhar suas realizações e incentivar outros a obterem o melhor desempenho possível de suas máquinas, assim alimentando ideias e contribuindo para a evolução dos produtos. Em números, essa expansão é animadora para o mercado: pesquisa divulgada neste semestre pela Global Industry Analysts projeta ganhos de US$ 2,99 bilhões até 2018, tornando a indústria da impressão 3D uma das mais lucrativas nos Estados Unidos nos próximos anos.

"Daqui a 10, 15 anos, toda casa poderá ter uma impressora 3D", acredita Rodrigo Krug, fundador da Cliever, empresa fundada no ano passado em Porto Alegre (veja a Cliever CL-1 em funcionamento no vídeo acima). Em entrevista ao Terra, ele contou que "não imaginava" a demanda que tem recebido. O estoque que tinha também foi esgotado em poucos meses. "Subestimamos o mercado. A procura tem sido muito maior do que esperávamos e a situação está muito boa: temos encomendas até o final do ano", afirma Krug, reproduzindo mais uma história de sucesso das - por enquanto, pequenas - empresas de impressoras 3D.

A expectativa é que a impressão 3D de baixo custo evolua a ponto de itens produzidos em casa rivalizarem com objetos simples que se costuma comprar. Atualmente, máquinas como o Replicator 2, da MakerBot (lançado em setembro e comercializado a cerca de US$ 2 mil), levam algumas horas para imprimir produtos mais complexos; mas e quando esse tempo for reduzido para apenas alguns minutos, e a qualidade aumentar consideravelmente? Tudo indica que esse futuro está bastante próximo. Empresas que trabalham com impressão 3D doméstica têm enfrentado problemas com a demanda - muito alta - e cada nova geração desses equipamentos torna seu uso mais fácil e produz resultados melhores, a preços cada vez mais baixos.

A qualidade dos produtos impressos melhora rapidamente, o tamanho dos objetos fabricados em casa está aumentando, o número de empresas trabalhando com impressão 3D cresce a cada dia e o manuseio fica mais e mais simplificado. "Estamos trabalhando muito para tornar a tecnologia cada vez mais acessível a pessoas não ligadas às áreas técnicas, facilitando-a ao máximo", afirma Rodrigo Krug, da Cliever, que pretende lançar até o final do ano um equipamento de simples operação, capaz de imprimir objetos com apenas um clique. O futuro está logo ali.

 

fonte:http://tecnologia.terra.com.br/no



publicado por adm | Sexta-feira, 14 Setembro , 2012, 23:19

A Brother alargou a linha de impressoras e multifunções monocromáticos com nove equipamentos novos. A nova linha inclui as impressoras HL-5440D, HL-5450DN, HL-5470DW e HL-6180DW. A linha de multifunções sem fax incluem os modelos DCP-8110DN e DCP-8250DN e com fax os MFC-8510DN, MFC-8520DN, MFC-8950DW. Os equipamentos imprimem até 40 páginas por minuto (ppm) o que facilita a impressão de trabalhos com grande volume de página de forma fácil e com os níveis de produtividade requeridos para cumprir os prazos.
Os multifunções podem digitalizar para formatos diferentes como e-mail, imagem, OCR, dispositivos USB, FTP, entre outros, de modo a ser mais simples a partilha de arquivos. A nova linha de monocromáticos da Brother permite digitalizar frente e verso automaticamente devido à função DUAL scanner, o que possibilita uma redução do tempo despendido na digitalização de documentos.
Os novos modelos contam com uma bandeja para papel com capacidade para 250 ou 500 folhas (consoante o modelo) e uma bandeja multifunções para 50 folhas. Em todos os modelos pode ser acoplada uma bandeja adicional com capacidade para 500 folhas, ideal para a impressão de um grande volume de documentos.
É possível imprimir de forma segura, protegendo os documentos com um PIN que será deverá introduzir no painel de controlo para que o trabalho seja impresso. Os equipamentos poderão ser ligados à rede de forma segura devido ao controlo de acesso 802.1x.
Os custos com papel poderão ser reduzidos em 50% devido à impressão dupla face estabelecida de origem em todos os modelos. Ao utilizar a função Folheto poderá economizar até 75% de papel. É ainda possível restringir o acesso de diferentes utilizadores a determinadas funções dos equipamentos, desde o bloqueio total de funções ao número de páginas que podem imprimir, permitindo obter um maior controlo de custos. Os equipamentos permitem imprimir a partir de smartphones e tablets compatíveis através de diferentes aplicações como Brother iPrint&Scan, AirPrint, Google Cloud Print ou Cortado Cloud Service.

fonte:http://www.dopapel.com/i


publicado por adm | Domingo, 03 Junho , 2012, 23:51

A Berg Cloud vai lançar no mercado uma micro impressora que procura, automaticamente, conteúdos na net e depois imprime-os. A «little printer» traz-lhe notícias, jogos como palavras cruzadas ou sopas de letras e até fofocas dos seus amigos. Para isso basta ter um smartphone.

Primeiro tem que subscrever as aplicações web que deseja e escolher uma data e uma hora para serem entregues. No dia e hora definidos, a micro-impressora reúne tudo o que precisa e prepara um pequeno pacote personalizado que é impresso assim que você pressionar o botão indicado. Pode ter entregas várias vezes ao dia, como por exemplo, ter o seu próprio jornal da manhã e da noite.

Numa altura em que as pessoas continuam a comprar jornais e revistas em papel, negligenciado o formato online, a empresa aproveita a situação para entrar no mercado com esta solução.

Esta impressora não usa tinta, pois produz imagens e textos a preto e branco através da impressão termal. E, não necessita de estar ligada a um computador: a sua programação inicial é feita através do smartphone que recorre a um sistema baseado em cloud computing.

 

Nós temos para si uma fotogaleria com alguns exemplos: um lembrete útil com os aniversários dos entes queridos, um quebra-cabeças no qual pode escolher o grau de dificuldade, os títulos dos principais jornais mundiais, notícias específicas sobre negócios ou desporto, as tarefas ou compromissos que tem para esse dia ou semana.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt


publicado por adm | Sábado, 19 Maio , 2012, 19:38

Inicialmente reservadas à indústria, pelos seus custos de aquisição e manutenção, e maioritariamente dedicadas à criação de protótipos ou peças industriais, as impressoras 3D são uma realidade cada vez mais próxima do consumidor. 

São várias as notícias que ultimamente dão conta do lançamento de modelos de preços mais reduzidos, que deixam antever que o dispositivo pode em breve começar a fazer parte do nosso quotidiano e, provavelmente vir a transformar-se num gadget "apetecido". 

A Ultimaker é uma das máquinas que integra o grupo das chamadas impressoras 3D domésticas e já pode ser adquirida há algum tempo. Com 9kg de peso, a impressora vende-se num kit que depois será montado em casa pelo utilizador e custa 1.194 dólares, segundo informação na loja do site. 

Usa recargas de plástico PLA (embora também suporte plástico ABS), que custam a partir de 31,5 dólares cada uma, havendo várias cores disponíveis. As especificações técnicas e as características são explicadas a partir de um wiki

 

Cubify, que vai ser colocada à venda a partir de 25 de maio, permite imprimir objetos em 3D com cerca de 14 cm de diâmetro, de diversos formatos e cores. 

Nome da imagem

A impressora tanto pode usar projetos em 3D criados pelo utilizador como ficheiros disponíveis na Internet, tendo ligação Wi-Fi. 

Na "caixa", além da máquina (prateada), vem um pequeno cartucho de plástico (verde neon), e o direito a fazer download de 25 criações. 

As recargas de plástico, disponíveis num conjunto alargado de cores, custam 50 dólares cada uma quando compradas individualmente, 139 dólares um pacote de três e 219 dólares um pacote de cinco. 

Mas há pouco mais de um mês foi lançado um modelo que pode vir realmente a impulsionar o mercado doméstico das impressoras 3D, dada a diferença de preço relativamente aos seus rivais. 

A responsabilidade é da Soliddodle que acaba de estrear a sua segunda geração de impressoras 3D "acessíveis e fáceis de utilizar", segundo a frase de promoção usada pela marca. 

Nome da imagem
A impressora tem um preço base de 499 dólares, sendo que existem mais duas versões, o modelo Pro, que custa mais 50 dólares, e o modelo Expert, 100 dólares mais caro, com pequenas diferenças entre elas. 

Como matéria-prima, o equipamento aconselha a utilização de recargas de plástico ABS. A máquina já vem montada e é capaz de moldar itens com até 15cm de diâmetro.

 

fonteR:http://tek.sapo.pt/


publicado por adm | Segunda-feira, 13 Fevereiro , 2012, 22:05

Há cada vez mais pessoas a trabalhar em casa, e os trabalhos escolares dos filhos também requerem cada vez mais o uso de computadores e outros aparelhos.

 

Uma simples impressora já não chega. A escolha óbvia recai numa multifunções, disponível a preços muito razoáveis.

1. Funções?

Deve imprimir a cores e a preto e branco, fotocopiar, digitalizar e, se possível, incluir fax.

2. Resolução?

A preto: mínimo

1200 x 1200 dpi. A cores: mínimo 4800 x 1200 dpi.

3.Velocidade?

Impressão/Cópia: a preto e branco: 20 páginas/minuto. A cores: 10 a 15 páginas por minuto. Fax, no máximo 3 segundos/página.

4. Memória?

Para realizar todas as funções de forma satisfatória, deve ter pelo menos 64 MB.

5. Conectividade?

Além da entrada USB, deve ter wireless, Bluetooth e PictBridge (imprimir fotos diretamente da câmara).

6. Dimensões, peso?

O tamanho ideal será

45 x 40 x 25 cm, e não deve pesar mais de 5 kg.

7. Impressão dupla?

Sim. Essa é uma função que permite imprimir dos dois lados da folha, poupando no papel.

8. Impressão de fotos?

Sim. Deve imprimir uma foto de 10 x 15 (o mais usado) em um minuto.

fonte:http://www.seleccoes.pt/



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