publicado por adm | Domingo, 19 Janeiro , 2014, 11:17

Pela primeira vez em cinco décadas de Consumer Electronics Show e 20 anos de impressão 3D, a tecnologia ganhou um espaço próprio na edição deste ano da maior feira de eletrônicos do mundo. Na CES 2014, empresas como 3D Systems, MakerBot Industries, Sculpteo e Stratasys podiam ser encontradas no 3D Printing TechZone, um espaço totalmente dedicado à impressão 3D dentro do evento.

 

Novidades não faltaram. A 3D Systems, responsável por lançar a primeira impressora 3D em 1989, anunciou doze novos modelos na CES 2014. Uma delas é a Cube 3, primeira máquina da marca a custar apenas US$ 1.000 (cerca de R$ 2.370), um valor bem distante dos habituais US$ 5.000 (em torno de R$ 11.860).

Entre as funcionalidades estão a impressão a partir de dois materiais diferentes, duas opções de cores na mesma peça (há um total de 25 cores disponíveis) e um aplicativo para smartphones. Além disso, segundo a empresa, a Cube 3 está mais fácil de recarregar do que os modelos anteriores e por isso é ideal para o uso doméstico. Com Wi-Fi e Bluetooth, a impressora 3D chega até meados de 2014 aos EUA.

Uma das líderes do mercado, a MakerBot anunciou três novas impressoras e toda uma plataforma de impressão. Fazem parte desse ecossistema novos aplicativos, o MakerBot Desktop e o MakerBot Mobile, o MakerBot PrintShop, para imprimir em 3D itens exclusivos, e a loja chamada MakerBot Digital, onde é possível comprar, baixar e imprimir projetos.

Das três novas máquinas, uma delas se destaca pelo valor mais acessível: a MakerBot Replicator Mini Compact 3D Printer, que chegará ao mercado por US$ 1,375 (em torno de R$ 3.260) até o meio deste ano.

Outra novidade relevante do universo 3D é que a Adobe incorporou nesta semana o suporte para impressoras 3D ao Photoshop. A versão mais recente do programa, o Photoshop CC, agora envia arquivos diretamente para impressoras 3D da Makerbot.

 

Mercado em expansão

Projeções não faltam para este mercado. O IDC, em relatório divulgado em dezembro de 2013, afirma que a impressão 3D, que nasceu como algo de nicho, caminha para a popularização. Para o instituto, as empresas do setor reconheceram os benefícios da tecnologia e estão dispostas a arcar com os custos de produção do maquinário. A expectativa do IDC é que o setor cresça 59% em número de unidades e 29% em receita de 2012 a 2017.

O Gartner, outra importante consultoria, afirma em relatório divulgado em outubro de 2013 que a impressão 3D crescerá 75% em 2014, com o número de unidades produzidas chegando a 98.065. Em 2015, além do dobro de unidades, o Gartner prevê que sete dos 50 maiores varejistas do mundo venderão impressoras 3D em suas lojas físicas e online.

Outras instituições também fizeram suas previsões: a Consumer Electronics Association (CEA), patrocinadora da CES, acredita que serão vendidas 99 mil impressoras 3D neste ano, enquanto a consultoria Wohlers Associates acredita que em 2015 as vendas de impressoras e de serviços relacionados vão chegar a US$ 3,7 milhões ao redor do mundo.

 

No Brasil ainda não há estudos de mercado sobre impressão 3D. Diego Silva, analista do IDC no País, diz que a instituição deve acompanhar o cenário mais de perto em 2014 com a entrada de grandes fabricantes. A HP anunciou no final de 2013 que está preparando sua própria impressora 3D para este ano ainda. A Epson também estaria desenvolvendo um equipamento próprio voltado ao cliente corporativo.

Mesmo com grandes nomes da impressão tradicional se interessando pela tecnologia, Diego Silva acredita que serão dois cenários distintos. No Brasil, o mercado de impressão tradicional caminha para a maturidade, mas ainda existem oportunidades junto às médias e pequenas empresas e na prestação de serviços terceirizados de impressão. Já a impressão 3D é uma tecnologia totalmente nova e, segundo o analista, sua aplicabilidade não é clara e seus segmentos de atuação ainda são desconhecidos.

“Todo mercado cujo campo é virgem, toda a tecnologia em adoção, tem uma previsão de crescimento absurdo, pois parte do zero. De qualquer forma, é de se ter atenção, pois a impressão 3D já chamou a atenção dos fabricantes tradicionais”, comenta Silva.

 

fonte:http://tecnologia.ig.com.br/


publicado por adm | Sábado, 27 Julho , 2013, 23:50

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Illinois identificaram que impressoras 3D domésticas - sem uma ventilação adequada ou filtros para retirar partículas que elas liberam durante o processo de criação de esculturas de plástico - podem representar um grande risco à saúde.

Brent Stephens e uma equipe de pesquisadores do Instituto utilizaram cinco modelos populares de impressoras 3D de Chicago para realizar o estudo. 

Os testes mostraram que os modelos testados utilizam ambas as substâncias ABS (Acrilonitrila butadieno estireno) e polímeros de polilactato (PLA) como matéria prima de plástico - as quais foram classificados como "altos" emissores de partículas ultrafinas (UFPs). Para se ter uma ideia, eles compararam as taxas de emissão dos componentes semelhantes ao do funcionamento de uma impressora a laser ou à queima de um cigarro.

Por que as taxas de emissão de UFPs são preocupantes? Estudos relacionam a alta absorção de partículas ultrafinas ao câncer de pulmão, AVCs e sintomas típicos de asma. Isso se deve ao fato que de, quando aspiradas por indivíduos, essas partículas - por serem muito pequenas - se depositam facilmente no pulmão e são rapidamente absorvidas pela corrente sanguínea.

 fonte:http://idgnow.uol.com.br/


publicado por adm | Terça-feira, 16 Julho , 2013, 20:43

Tecnologia para se vestir: as impressoras 3D invadem o mundo da moda e permitem a criação de peças exclusivas e sob medida. Apesar de ainda serem pouco usadas pelo grande público as impressoras 3D vêm fazendo grandes progressos e em breve vão se tornar tão comuns como as impressoras de texto.

Esses aparelhos permitem fabricar objetos reais a partir de projetos virtuais, como arquivos de computador, que podem ser baixados pela internet. Parece coisa de ficção científica, mas o método de funcionamento é relativamente simples: a impressora produz um fio de plástico, resina ou até chocolate e vai construindo o objeto camada por camada.

Um bom exemplo vem da marca brasileira Melissa, que já produz sapatos feitos com impressão 3D para suas colaborações com arquitetos e designers famosos como Zaha Hadid, Gaetano Pesce ou os irmãos Campana. A designer sueca Naim Josefi foi mais além e criou um modelo feito sob medida, onde o pé da cliente é escaneado na loja e o sapato é produzido sob encomenda.

Outra novidade é a invenção do designer espanhol Manuel Torres. Ele cria roupas a partir de um spray composto de fibras de algodão e plástico, que é aplicado diretamente no corpo. Quando a substância seca ela se torna uma espécie de tecido elástico, lavável e reutilizável. O tecido pode ser para o verão ou inverno, dependendo da quantidade de camadas do spray.

Depois de usado, o tecido pode ser também dissolvido, remixado e voltar a ser usado sob forma de spray. Essa tecnologia pode ser aplicada, além da moda, à fabricação de tecidos de decoração, mas também para fazer curativos. Basta adicionar na fórmula o medicamento apropriado. Um casamento entre moda e tecnologia que tem tudo para revolucionar o mercado da indústria têxtil.

fonte:http://g1.globo.com/g


publicado por adm | Sábado, 19 Maio , 2012, 19:38

Inicialmente reservadas à indústria, pelos seus custos de aquisição e manutenção, e maioritariamente dedicadas à criação de protótipos ou peças industriais, as impressoras 3D são uma realidade cada vez mais próxima do consumidor. 

São várias as notícias que ultimamente dão conta do lançamento de modelos de preços mais reduzidos, que deixam antever que o dispositivo pode em breve começar a fazer parte do nosso quotidiano e, provavelmente vir a transformar-se num gadget "apetecido". 

A Ultimaker é uma das máquinas que integra o grupo das chamadas impressoras 3D domésticas e já pode ser adquirida há algum tempo. Com 9kg de peso, a impressora vende-se num kit que depois será montado em casa pelo utilizador e custa 1.194 dólares, segundo informação na loja do site. 

Usa recargas de plástico PLA (embora também suporte plástico ABS), que custam a partir de 31,5 dólares cada uma, havendo várias cores disponíveis. As especificações técnicas e as características são explicadas a partir de um wiki

 

Cubify, que vai ser colocada à venda a partir de 25 de maio, permite imprimir objetos em 3D com cerca de 14 cm de diâmetro, de diversos formatos e cores. 

Nome da imagem

A impressora tanto pode usar projetos em 3D criados pelo utilizador como ficheiros disponíveis na Internet, tendo ligação Wi-Fi. 

Na "caixa", além da máquina (prateada), vem um pequeno cartucho de plástico (verde neon), e o direito a fazer download de 25 criações. 

As recargas de plástico, disponíveis num conjunto alargado de cores, custam 50 dólares cada uma quando compradas individualmente, 139 dólares um pacote de três e 219 dólares um pacote de cinco. 

Mas há pouco mais de um mês foi lançado um modelo que pode vir realmente a impulsionar o mercado doméstico das impressoras 3D, dada a diferença de preço relativamente aos seus rivais. 

A responsabilidade é da Soliddodle que acaba de estrear a sua segunda geração de impressoras 3D "acessíveis e fáceis de utilizar", segundo a frase de promoção usada pela marca. 

Nome da imagem
A impressora tem um preço base de 499 dólares, sendo que existem mais duas versões, o modelo Pro, que custa mais 50 dólares, e o modelo Expert, 100 dólares mais caro, com pequenas diferenças entre elas. 

Como matéria-prima, o equipamento aconselha a utilização de recargas de plástico ABS. A máquina já vem montada e é capaz de moldar itens com até 15cm de diâmetro.

 

fonteR:http://tek.sapo.pt/


publicado por adm | Sábado, 17 Setembro , 2011, 22:28

Impressoras 3D são capazes de coisas incríveis. E o melhor: muitas dessas impressoras estão se tornando mais acessíveis. Em um nível mais profissional, elas já vêm realizando proezas que teriam parecido impossíveis há apenas alguns anos.

A informação mais recente é que as impressoras 3D poderiam ter um impacto significativo sobre nossa saúde e bem-estar, uma vez que cientistas na Alemanha já são capazes de imprimir vasos sangüíneos artificiais.


Astrônomos da NASA descobriram um planeta que orbita ao redor de dois sóis Imagem: Google

Os vasos artificiais estão sendo criados utilizando a impressão em 3D. Os vasos 3D impressos estão atualmente em fase de testes. Não foi informado se esses vasos artificiais têm sido usados em pessoas ainda.
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Segundo a BBC, durante o processo de testes, os vasos artificiais criados com impressoras 3D precisam ser revestidos com material biológico para o corpo humano não rejeitá-los.

A impressão 3D dos vasos sanguíneos poderá um dia ter um impacto significativo na vida das pessoas. As técnicas ainda estão nos estágios iniciais, mas o ponto mais importante é que as impressoras 3D não capazes de criar órgãos para salvar vidas e contribuir para o bem-estar da população, de acordo com o Geek

fonte:http://henrique.geek.com.br/

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